Ao investidor devidamente treinado é possível manter a perspectiva de ganhos mesmo quando o mercado teima em ficar no vermelho. Dar condições para que o investidor ganhe na renda variável, apesar do cenário atual de incerteza é a proposta do curso Opções - Opere neste Mercado, fornecido pela Office Investimentos, em Salvador. A próxima turma está prevista para o dia 25, das 9 da manhã às 17 horas. Inscrições: 71 3444 6102
terça-feira, 7 de abril de 2009
Lugar de Mulher é na Bolsa
O público feminino agora conta com novo reforço na perspectiva de encontrar caminhos para investir em renda variável. A BM&FBovespa passou a apostar forte nas investidoras, com novidades que envolvem ampliação do programa Mulheres em Ação, que passou a contar com novo portal. Fornecer a elas um tratamento exclusivo é questão estratégica, tendo em vista o crescimento do interesse das mulheres pelos investimentos em papéis listados na Bolsa Brasil. Apenas para se ter uma idéia, desde 2002, o número de investidoras individuais no País teve crescimento de 730%, o que significa um contingente de aproximadaente 124 mil mulheres acompanhando, diariamente, na tela dos seus computadores, os solavancos do mercado. Atentas ao crescimento do mercado de investidoras, as corretoras e pessoal de educação financeira começam a olhar para elas com carinho especial, através do fornecimento de produtos e serviços exclusivos para o clube da Luluzinha.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Demonstrações Financeiras
A Bovesba - Bolsa de Valores da Bahia, Alagoas e Sergipe - divulgou, hoje à tarde, seu curso de Demonstrações Financeiras, a ser realizado no período de 22 a 25 deste mês. O objetivo do curso é contrubuir para que o participante seja capaz de identificar pontos fortes e fracos de uma empresa, com base em informações extraídas das demonstrações financeiras e outros relatórios de análises da área.
Tem como público-alvo profissionais da área financeira, econômica, administrativa, contábil, de vendas, além de estudantes e professores destas áeas.
Expositor: Cristiano Cartaxo - Bacharel em Ciências Contábeis pela UFBA, Pós Graduado em Finanças pela UCSAL, Mestrado em Administração pela Universidade de Extremadura-Espanha, Professor de Contabilidade e Administração Financeira da ESAMC e Faculdade Olga Mettig.
Onde, como, quanto e quando: Auditório da Bovesba - Rua Pedro Rodrigues Bandeira n.º 143, Ed. das Seguradoras 3º Andar, Comércio, Em frente ao INSS (Previdencia Social) no mesmo prédio do SIMM (Serviço Municipal de Intermediação de Mão de Obra). Preço Integral: R$ 350,00para Estudantes*: R$ 280,00 *(Ensino Médio, Graduação, Pós Graduação, Mestrado e Doutorado)
Para inscrever-se, clique aqui
sábado, 4 de abril de 2009
Lembra da enfermeira, de Janela Indiscreta?... não é que ela tava certa?
“Sabe a quebra da bolsa em 1929? Eu a previ.”
“Como fez isso?”
“Estava cuidando de um diretor da General Motors. Problema nos rins. Sabia que era sistema nervoso. Por que a General Motors estaria nervosa? Superprodução. Colapso. Quando a GM precisa ir ao banheiro dez vezes por dia, o país inteiro está prestes a explodir.”
Voltamos, e agora é pra ficar...
Após um longo e tenebroso inverno, no qual decidimos fazer algumas meditações, voltamos assim, como quem chega do nada. A partir desta segunda, o Poupinve$t terá novas análises, entrevistas, agenda da semana, e o que mais nosso editor inventar. O espírito do blogueiro é informal, coloquial, às vezes irônico, e ... o que mais o nosso editor inventar.
Por ora, ficam as máximas a seguir, que devem ser levadas a sério, ainda mais em tempos difíceis.
Lições em tempo de crise:
1. Mantenha o seu emprego. Use frases como "Bem pensado, chefe", para citar uma instrução de Hommer Simpson, ao filho Bart.
2. Seja sábio: "Quando descobrir que está num buraco, pare de cavar"
3. Ok, não há situação ruim que não possa piorar, mas gosto deste raciocínio: "A crise é pior que o divórcio, leva metade do seu patrimônio e a mulher (ou marido) ainda fica em sua casa".
bons negócios!
Luiz Souza
Por ora, ficam as máximas a seguir, que devem ser levadas a sério, ainda mais em tempos difíceis.
Lições em tempo de crise:
1. Mantenha o seu emprego. Use frases como "Bem pensado, chefe", para citar uma instrução de Hommer Simpson, ao filho Bart.
2. Seja sábio: "Quando descobrir que está num buraco, pare de cavar"
3. Ok, não há situação ruim que não possa piorar, mas gosto deste raciocínio: "A crise é pior que o divórcio, leva metade do seu patrimônio e a mulher (ou marido) ainda fica em sua casa".
bons negócios!
Luiz Souza
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
ciclos
A crise iniciada nos EUA com o financiamento imobiliário de alto risco começa a chegar à economia real - onde as empresas operam. O ciclo vicioso é composto por freio na oferta de crédito, menor liquidez, e redução do dinamismo econômico, sequencia capaz de causar arrepios até mesmo nos mais otimistas. A alta do dólar, que ultrapassou a barreira dos R$2 pode dar fôlego ao dragão inflacionário. Já que a coisa está tão ruim, pelo menos o Conselho de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC) poderia optar pelo menos pela manutenção atual da Selic, em 13,75% ao ano.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Crise de Governança
Por: Sueli Berselli (sueli@sbmconsultoria.com.br), Sócia-Diretora de Governança Corporativa da SBM Consultoria & Associados e Conselheira Independente de várias empresas
Hoje li as notícias na Internet sobre a segunda grande onda de catástrofe econômico/financeira que se instala no mundo e fiquei matutando: será que Fannei e Freddie praticavam Governança Corporativa?
Fannei Mae e Freddie Mac apresentam em seu site seus Códigos de Condutas e a adesão às Boas Práticas da Governança Corporativa em um país onde a SEC é rigorosa.
Fico pensando até onde Governança Corporativa está sendo usada com objetivo apenas de agregar valor ao negócio e como vitrine para especulação financeira? Como as Boas práticas deste maravilhoso modelo podem passar tão longe da gestão?
Um dos principais objetivos da Boa Governança é a transparência, coisa que não houve na apresentação das Demonstrações Financeiras pois seriam facilmente detectados os riscos financeiros pelos analistas de mercado de capitais, com previsões das conseqüentes quebras que se concretizaram.
Outro objetivo da Governança é minimizar os riscos com Compliance (com leis, regras e regulação), item que a SEC teria obrigação de verificar. O que a SEC tem a dizer?
Comitês, partes importantes, principalmente em grandes instituições para que a Governança Corporativa seja praticada em sua plenitude, é o que mais têm nos dois grandes Fundos Quebrados. Só no Fannie está relacionado em seu site, NOVE.
Afinal o que fazia tanta gente, nos comitês, nos conselhos e nas diretorias executivas que não detectaram o menor sinal de perigo quando aconteceu a primeira crise em agosto do ano passado com o estouro da bolha imobiliária? Qual era o principal negócio dos Fundos (mercado imobiliário)?
Que providências tomaram, se tomaram, tão ineficazes que o governo americano teve que tirar do bolso do contribuinte U$ 200 bilhões para tentar estancar a sangria que contamina a economia mundial?
A mídia publica os salários mais que milionários destes executivos, que mesmo com todo este risco e conseqüente desastre, embolsaram bônus de fazer inveja aos investidores dos Emirados Árabes.
A Política salarial dos principais executivos está entre as Boas praticas de Governança; se foi aprovada, o conselho de Administração é o responsável.
Será que se premiam executivos que tornam pó as ações dos acionistas que colocaram toda sua confiança em suas competência, capacidade profissional e ética?
Quem arcará com a responsabilidade de tamanha incompetência?
São tantas as perguntas que faço, eu que sou ferrenha defensora do Modelo das Boas Práticas de Governança Corporativa, que me sinto impotente para acreditar em qualquer resposta. Respostas que são publicadas apenas para constar e que subestimam nossa capacidade raciocinio.
Estamos em um mundo em que aqueles que detém o poder fazem de conta que fala a verdade, e o resto faz de conta que acredita.
Frustração é a palavra que define meu estado de espírito.
Abracei a causa da Governança Corporativa em 1999, quando coloquei o tema numa reunião do Conselho Deliberativo da Previ-Fundo de Pensão dos Funcionários do Banco do Brasil com o objetivo que todos seus membros participassem do curso para conselheiros e assimilassem a importância destas práticas em nossa gestão.
Nem preciso dizer que o voto foi negativo por quase unanimidade, ata que guardo até hoje. Mas insisti e continuei, até ser aprovado. Todos passaram pelo curso do IBGC. (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Gostei tanto que continuei a procurar mais e mais informações sobre tema tão importante e não parei mais .
O que tenho visto nos últimos dois anos, como diz um amigo, é que “a coisa pegou” e se propagou principalmente para empresas e instituições de grande porte. Nenhum Fundo investe em empresas que não adotaram Governança Corporativa.
Práticas de governança não impedem crises externas sistêmicas, mas conseguem detectar gestores incompetentes.
Os gigantes do mercado passaram a ser exemplos de governança mundial, e estão dando exemplos que não é tudo isso que eu acredito, que eu defendo, que brado a quatro cantos.. Exemplos que as normas existem, e que são cumpridas divulgando relatórios em apresentações fantásticas, demonstrações financeiras perfeitas que contemplam belos números aos olhos dos acionistas e ao mercado financeiro, mas que podem ter sido fabricados, manipulados.
Frustração, decepção!
Que pena que um processo que enche de orgulho os que realmente o executam e acreditam esteja perdendo sua credibilidade.
Shakeaspeare – Trecho final de O Menestrel
“E você aprende que realmente pode suportar…
que realmente é forte,
e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem
que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar”
SBM CONSULTORIA & ASSOCIADOS -- Av. Brigadeiro Luís Antônio, 2.999 -- (11) 3299-5998 / 7140-7420 -- www.sbmconsultoria.com.br
Hoje li as notícias na Internet sobre a segunda grande onda de catástrofe econômico/financeira que se instala no mundo e fiquei matutando: será que Fannei e Freddie praticavam Governança Corporativa?
Fannei Mae e Freddie Mac apresentam em seu site seus Códigos de Condutas e a adesão às Boas Práticas da Governança Corporativa em um país onde a SEC é rigorosa.
Fico pensando até onde Governança Corporativa está sendo usada com objetivo apenas de agregar valor ao negócio e como vitrine para especulação financeira? Como as Boas práticas deste maravilhoso modelo podem passar tão longe da gestão?
Um dos principais objetivos da Boa Governança é a transparência, coisa que não houve na apresentação das Demonstrações Financeiras pois seriam facilmente detectados os riscos financeiros pelos analistas de mercado de capitais, com previsões das conseqüentes quebras que se concretizaram.
Outro objetivo da Governança é minimizar os riscos com Compliance (com leis, regras e regulação), item que a SEC teria obrigação de verificar. O que a SEC tem a dizer?
Comitês, partes importantes, principalmente em grandes instituições para que a Governança Corporativa seja praticada em sua plenitude, é o que mais têm nos dois grandes Fundos Quebrados. Só no Fannie está relacionado em seu site, NOVE.
Afinal o que fazia tanta gente, nos comitês, nos conselhos e nas diretorias executivas que não detectaram o menor sinal de perigo quando aconteceu a primeira crise em agosto do ano passado com o estouro da bolha imobiliária? Qual era o principal negócio dos Fundos (mercado imobiliário)?
Que providências tomaram, se tomaram, tão ineficazes que o governo americano teve que tirar do bolso do contribuinte U$ 200 bilhões para tentar estancar a sangria que contamina a economia mundial?
A mídia publica os salários mais que milionários destes executivos, que mesmo com todo este risco e conseqüente desastre, embolsaram bônus de fazer inveja aos investidores dos Emirados Árabes.
A Política salarial dos principais executivos está entre as Boas praticas de Governança; se foi aprovada, o conselho de Administração é o responsável.
Será que se premiam executivos que tornam pó as ações dos acionistas que colocaram toda sua confiança em suas competência, capacidade profissional e ética?
Quem arcará com a responsabilidade de tamanha incompetência?
São tantas as perguntas que faço, eu que sou ferrenha defensora do Modelo das Boas Práticas de Governança Corporativa, que me sinto impotente para acreditar em qualquer resposta. Respostas que são publicadas apenas para constar e que subestimam nossa capacidade raciocinio.
Estamos em um mundo em que aqueles que detém o poder fazem de conta que fala a verdade, e o resto faz de conta que acredita.
Frustração é a palavra que define meu estado de espírito.
Abracei a causa da Governança Corporativa em 1999, quando coloquei o tema numa reunião do Conselho Deliberativo da Previ-Fundo de Pensão dos Funcionários do Banco do Brasil com o objetivo que todos seus membros participassem do curso para conselheiros e assimilassem a importância destas práticas em nossa gestão.
Nem preciso dizer que o voto foi negativo por quase unanimidade, ata que guardo até hoje. Mas insisti e continuei, até ser aprovado. Todos passaram pelo curso do IBGC. (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Gostei tanto que continuei a procurar mais e mais informações sobre tema tão importante e não parei mais .
O que tenho visto nos últimos dois anos, como diz um amigo, é que “a coisa pegou” e se propagou principalmente para empresas e instituições de grande porte. Nenhum Fundo investe em empresas que não adotaram Governança Corporativa.
Práticas de governança não impedem crises externas sistêmicas, mas conseguem detectar gestores incompetentes.
Os gigantes do mercado passaram a ser exemplos de governança mundial, e estão dando exemplos que não é tudo isso que eu acredito, que eu defendo, que brado a quatro cantos.. Exemplos que as normas existem, e que são cumpridas divulgando relatórios em apresentações fantásticas, demonstrações financeiras perfeitas que contemplam belos números aos olhos dos acionistas e ao mercado financeiro, mas que podem ter sido fabricados, manipulados.
Frustração, decepção!
Que pena que um processo que enche de orgulho os que realmente o executam e acreditam esteja perdendo sua credibilidade.
Shakeaspeare – Trecho final de O Menestrel
“E você aprende que realmente pode suportar…
que realmente é forte,
e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem
que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar”
SBM CONSULTORIA & ASSOCIADOS -- Av. Brigadeiro Luís Antônio, 2.999 -- (11) 3299-5998 / 7140-7420 -- www.sbmconsultoria.com.br
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