quarta-feira, 8 de abril de 2009

Análise da semana

Por: Lucas Leal, da Office Investimentos



A semana na bolsa foi marcada por alta volatilidade. Entre a mínima (40256) e a máxima (44286) o Índice Bovespa chegou a oscilar 10%. O anúncio do "pacotão"de U$ 1,1 trilhão de dólares para irrigar a economia mundial trouxe otimismo no mercado e o Ibovespa fechou em alta semanal de 5,9%. Ao que tudo indica o mercado voltou a ficar mais confiante com o desenrolar da crise.


As expectativas melhoraram, a euforia voltou, os investidores voltaram às compras, apesar do cenário continuar bastante turbulento. Vide situação das montadoras americanas que continua delicada (a casa branca deu mais 60 dias para que elas apresentem algum plano). Para esse semana, o principal destaque é a decisão da taxa de juros pelo Banco Central da Inglaterra, cuja expectativa é que mantenha a mesma em 0,5%.


Vale lembrar que estamos em abril, mês de divulgação dos dados do primeiro trimestre, é importante ficar atento aos mesmos pois qualquer dado muito diferente do previsto pode trazer uma alteração rápida do cenário.


O que fazer:


O Ibovespa rompeu a resistência de 42 mil pontos, ao que tudo indica deveremos ter um rali de alta até pelo menos até os 46 mil. Aqueles que viram seu patrimônio derreter desde o ano passado, e ficaram incomodados com esse movimento, é hora de repensar suas aplicações e começar a proteger seu capital (Ver curso de Opções ). Para quem está operando no curto prazo, os compradores voltaram a assumir a direção do mercado, por isso evitar operações vendidas. O melhor é seguir a tendência (enquanto acima dos 42 mil pontos, permanece a tendência de alta). Quem aproveitou da queda e teve coragem de ir as compras, está na hora de aproveitar a alta e começar a colocar os ganhos no bolso.


Bons Investimentos, Lucas Leal
Office Investimentos
71 88415001/ 34446102

terça-feira, 7 de abril de 2009

Making money in tough times

Ao investidor devidamente treinado é possível manter a perspectiva de ganhos mesmo quando o mercado teima em ficar no vermelho. Dar condições para que o investidor ganhe na renda variável, apesar do cenário atual de incerteza é a proposta do curso Opções - Opere neste Mercado, fornecido pela Office Investimentos, em Salvador. A próxima turma está prevista para o dia 25, das 9 da manhã às 17 horas. Inscrições: 71 3444 6102

Lugar de Mulher é na Bolsa

O público feminino agora conta com novo reforço na perspectiva de encontrar caminhos para investir em renda variável. A BM&FBovespa passou a apostar forte nas investidoras, com novidades que envolvem ampliação do programa Mulheres em Ação, que passou a contar com novo portal. Fornecer a elas um tratamento exclusivo é questão estratégica, tendo em vista o crescimento do interesse das mulheres pelos investimentos em papéis listados na Bolsa Brasil. Apenas para se ter uma idéia, desde 2002, o número de investidoras individuais no País teve crescimento de 730%, o que significa um contingente de aproximadaente 124 mil mulheres acompanhando, diariamente, na tela dos seus computadores, os solavancos do mercado. Atentas ao crescimento do mercado de investidoras, as corretoras e pessoal de educação financeira começam a olhar para elas com carinho especial, através do fornecimento de produtos e serviços exclusivos para o clube da Luluzinha.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Demonstrações Financeiras

A Bovesba - Bolsa de Valores da Bahia, Alagoas e Sergipe - divulgou, hoje à tarde, seu curso de Demonstrações Financeiras, a ser realizado no período de 22 a 25 deste mês. O objetivo do curso é contrubuir para que o participante seja capaz de identificar pontos fortes e fracos de uma empresa, com base em informações extraídas das demonstrações financeiras e outros relatórios de análises da área.

Tem como público-alvo profissionais da área financeira, econômica, administrativa, contábil, de vendas, além de estudantes e professores destas áeas.

Expositor: Cristiano Cartaxo - Bacharel em Ciências Contábeis pela UFBA, Pós Graduado em Finanças pela UCSAL, Mestrado em Administração pela Universidade de Extremadura-Espanha, Professor de Contabilidade e Administração Financeira da ESAMC e Faculdade Olga Mettig.

Onde, como, quanto e quando: Auditório da Bovesba - Rua Pedro Rodrigues Bandeira n.º 143, Ed. das Seguradoras 3º Andar, Comércio, Em frente ao INSS (Previdencia Social) no mesmo prédio do SIMM (Serviço Municipal de Intermediação de Mão de Obra). Preço Integral: R$ 350,00para Estudantes*: R$ 280,00 *(Ensino Médio, Graduação, Pós Graduação, Mestrado e Doutorado)
Para inscrever-se, clique aqui

sábado, 4 de abril de 2009

Lembra da enfermeira, de Janela Indiscreta?... não é que ela tava certa?

Sabe a quebra da bolsa em 1929? Eu a previ.”

Como fez isso?”

Estava cuidando de um diretor da General Motors. Problema nos rins. Sabia que era sistema nervoso. Por que a General Motors estaria nervosa? Superprodução. Colapso. Quando a GM precisa ir ao banheiro dez vezes por dia, o país inteiro está prestes a explodir.”

Voltamos, e agora é pra ficar...

Após um longo e tenebroso inverno, no qual decidimos fazer algumas meditações, voltamos assim, como quem chega do nada. A partir desta segunda, o Poupinve$t terá novas análises, entrevistas, agenda da semana, e o que mais nosso editor inventar. O espírito do blogueiro é informal, coloquial, às vezes irônico, e ... o que mais o nosso editor inventar.

Por ora, ficam as máximas a seguir, que devem ser levadas a sério, ainda mais em tempos difíceis.

Lições em tempo de crise:

1. Mantenha o seu emprego. Use frases como "Bem pensado, chefe", para citar uma instrução de Hommer Simpson, ao filho Bart.

2. Seja sábio: "Quando descobrir que está num buraco, pare de cavar"

3. Ok, não há situação ruim que não possa piorar, mas gosto deste raciocínio: "A crise é pior que o divórcio, leva metade do seu patrimônio e a mulher (ou marido) ainda fica em sua casa".

bons negócios!

Luiz Souza

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

ciclos

A crise iniciada nos EUA com o financiamento imobiliário de alto risco começa a chegar à economia real - onde as empresas operam. O ciclo vicioso é composto por freio na oferta de crédito, menor liquidez, e redução do dinamismo econômico, sequencia capaz de causar arrepios até mesmo nos mais otimistas. A alta do dólar, que ultrapassou a barreira dos R$2 pode dar fôlego ao dragão inflacionário. Já que a coisa está tão ruim, pelo menos o Conselho de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC) poderia optar pelo menos pela manutenção atual da Selic, em 13,75% ao ano.